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Ancaje - Vida Saudável

... aqui vou registando diariamente, detalhes da minha reeducação alimentar com base Crudivegana. Nesta minha nova forma de viver aprendo a comer, a valorizar-me, a dar valor ao realmente importa, a amar mais e a viver em plenitude.

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24
Fev14

Como consumir Fruta mediante o tipo de alimentação que fazemos

Ancaje

 

 

Quando o assunto é o consumo de fruta, normalmente as pessoas sabem onde encaixá-la e como combinar os diferentes tipos entre si, numa alimentação totalmente crudívora. No entanto, as dúvidas sobre a fruta surgem sempre que se trata de uma dieta que ainda contém pão, alimentos cozinhados e por vezes, carnes, peixes, ovos...

Que quantidade de fruta devemos então consumir se ainda comemos alimentos cozinhados? Como combinarmos os diferentes alimentos? O que está na origem dos problemas intestinais e excesso de gás, que muita gente em fase de transição experiencia, assim que aumenta o consumo de fruta?

 

Hoje pretendo responder resumidamente a todas estas questões, deixando-as com indicações claras sobre a maneira de introduzir fruta na vossa alimentação, dependendo da percentagem de alimentos crus e cozinhados que atualmente consome cada uma de vós.

 

 

 

CONSUMO DE FRUTA NUMA ALIMENTAÇÃO 100% CRUDÍVORA

Se já estão num patamar em que praticamente a totalidade da vossa alimentação é constituída por fruta madura, vegetais frescos e crus e alguns frutos secos e sementes, provavelmente por esta altura já tiveram a oportunidade de limpar bem o sistema digestivo e perceber que quando tudo está a funcionar no seu melhor, não precisamos de nos preocupar muito com a maneira de combinar entre si diferentes tipos de fruta, ou fruta e vegetais. Tanto a fruta, como os vegetais são ricos em água e fibra, e quando os intestinos não estão obstruídos, não há motivos para criar fermentação, inchaço ou excesso de gás. O que entra é facilmente digerido, absorvido e eliminado, sem causar qualquer incómodo.

 

O único aspecto que devemos ter em consideração com uma alimentação totalmente crudívora não é tanto na combinação entre diferentes tipos de fruta, nem mesmo entre fruta e vegetais, mas sim – entre fruta e gorduras. Evitem a combinação entre fruta e gorduras (ex.: frutos secos, sementes, abacates), a não ser que se trate de uma sobremesa pontual ou a excepção de uma salada que por acaso combina abacate, vegetais de folhas verdes e fruta. O importante é que por norma evitem combinar a fruta com gorduras. Combinem as gorduras em estado cru com os vegetais e saladas variadas, pois esta é a melhor forma de serem digeridas sem causar problemas.

 

 

CONSUMO DE FRUTA NA FASE DE TRANSIÇÃO

Se estão em fase de transição e já aumentaram o vosso consumo de fruta, conciliando-a com alguns pratos cozinhados, uma ou outra refeição pontual com alimentos refinados e processados ou até mesmo algum bife ou peixe que ainda não eliminaram da alimentação, há alguns aspectos que precisam de ter em atenção:

 

1. Problemas digestivos e sensação de enfartamento. Ao aumentar o consumo de fruta, provavelmente já tiveram pelo menos uma ou outra ocasião em que se sentiram inchadas, com algum mal-estar abdominal, excesso de gás ou sensação de estar desconfortavelmente cheia. Se já sentiram isso, é porque os vossos intestinos precisam urgentemente de limpeza, devido a obstruções, fermentação e possíveis processos inflamatórios. Lembrem-se que a fruta é muito fácil de digerir e precisa de pouco tempo no estômago e intestinos até ser assimilada e absorvida. Sempre que comer a fruta muito perto, ou pior, depois das refeições cozinhadas, estará a promover processos de fermentação e putrefacção, que depois criam excesso de gás e mal-estar abdominal. A solução?

 

 

Use os recursos que tiverem disponíveis para limpar os intestinos; comam a fruta de forma isolada – apenas aos pequenos-almoços e lanches 100% crus, ou cerca de 1h antes das refeições principais; procure optar por refeições cozinhadas mais leves e simples.

 

2. Obstipação. Se já aumentaram o vosso consumo de fruta, mas ainda continuam com problemas do trânsito intestinal e prisão de ventre, avaliem a quantidade de alimentos cozinhados que comem. O nosso cólon precisa de estar sempre hidratado para funcionar bem. Os alimentos cozinhados, além de pobres em enzimas, são alimentos muito pobres em água, que desidratam e transformam tudo numa massa dura e seca, que deixa os intestinos entupidos. A solução?

 

Reduzam o consumo de alimentos cozinhados; Aumentem ainda mais o consumo de fruta, saladas, sumos e batidos; Mais água, enzimas e fibras = mais movimentos intestinais.

 

3. Sensação de inchaço e mal-estar intestinal. Se já aumentaram o vosso consumo de fruta, mas ainda continuam a sentir um certo mal-estar abdominal e inchaço, é porque precisam de avaliar também o seu consumo de água. Quanto mais inchadas se sentem as pessoas, mais tendem a evitar a água, com medo de começarem a reter ainda mais líquidos. O que se verifica é precisamente o oposto - pessoas que bebem pouca água tendem a reter mais líquidos. A solução?

 

Se aumentaram a ingestão de fruta, mas ainda consomem alimentos cozinhados e continuam a não sentir os intestinos no seu melhor, bebam mais água. Quem tem uma alimentação totalmente crua não precisa de muita água. No entanto, para quem ainda consome alimentos cozinhados, é fundamental beber pelo menos 2l de água para que tudo comece a fluir sem problemas.

 

4. Excesso de gás. Se já estão a consumir mais fruta, mas ainda mantém o consumo da sua comida cozinhada habitual (que é pobre em água e difícil de digerir), não é de admirar que esta combinação produza excesso de gás, fermentação e mal-estar. A fruta é uma companheira bastante ciumenta, que deseja sempre toda a sua atenção só para si. Sempre que a misturarem ou consumirem com mais alimentos numa fase incial da vossa transição, muito provavelmente vão ter sensação de inchaço, peso, gás e retenção de líquidos. A solução?

 

Comam a fruta fora das refeições principais (ou 1h antes da refeição); reduzam o consumo de carnes, alimentos refinados e processados, gorduras e tudo aquilo que dificulta a digestão e fermenta facilmente. Mais refeições apenas à base de fruta, vegetais e no máximo carboidratos cozinhados = maior bem-estar!

 

 

 

Contrariamente ao que possam pensar, a causa do mal-estar intestinal nunca é a fruta em si. Solucionem o problema ao consumir-la de maneira correta. Se já adotaram uma alimentação totalmente crudívora, não precisam de se preocupar demasiado com as combinações entre fruta e vegetais - em vez disso, evitem unicamente a combinação entre fruta e gorduras. Se ainda estão numa fase de transição e precisam de encaixar o consumo de fruta na vossa alimentação habitual, procurem comer-la fora das refeições principais (ao pequeno-almoço e lanches), ou então 1h antes da refeição principal. Lembrem-se que uma alimentação rica em fruta deve ser pobre em gorduras, e procurem que os vossos alimentos cozinhados sejam de origem vegetal e com o mínimo de processamento térmico.

 

Fonte: http://www.vidaemestadocru.com

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