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Principalmente nós mulheres, somos afectadas por anos e anos em dietas sucessivas sempre com pouco sucessos e resultados com efeito yo-yo. Fazemos uma dieta uns tempos, cumprimos tudo à risca mas um belo dia abrimos uma excepção, depois no dia seguinte outra, no dia seguinte mais 2 excepções e quando damos por nós já só pensamos, perdida por 100 perdida por 1000. O mal disto destes ciclos cíclicos é que acabamos por danificar o nosso metabolismo e a nossa saúde, para além de que aumentamos a nossa tristeza e sensação de que falhamos e que não somos nunca capazes de alcançar o nosso corpo de sonho e a saúde perfeita.

Já senti tudo isto, já vivi estes ciclos sem fim à vista que só trazem grandes tristezas, aumento de peso e da frustação. Então como sair de vez deste ciclo? Fácil. Deixar as dietas JÁ!! Este é o primeiro passo para o sucesso e para alcançar um corpo perfeito! Confusas? É verdade, não é com dietas que vamos atingir o nosso corpo de sonho, mas sim, com uma reeducação alimentar bem feita!

Existem 3 grandes macronutrientes em que normalmente as dietas se baseiam: proteínas, carboidratos e gorduras. As dietas mais na moda de momento, baseiam-se num maior consumo de proteínas, seguido de gorduras e cortam quase por completo os carboidratos. Ora erro grave! As proteínas animais não são sequer bem absorvidas pelo nosso corpo que não as considera como alimento apto para o ser humano. As proteínas animais consumidas em excesso, entre muitos problemas que cria estão os problemas com rins/bexiga. Além do tudo o que nos possa trazer de mal uma dieta rica em proteínas, está acima de tudo o mal que nos faz afastarmo-nos dos carboidratos que são estes sim o alimento básico das nossas células e cérebro. Sem os carboidratos como base da nossa alimentação, andamos cansadas, com pele baça e sem vida, com problemas de saúde a aparecerem, sem energia, irritadas, com dores menstruais incómodas, com dores de cabeça... é um sem fim de sintomas apenas por estarmos a restringir o nosso corpo do alimento que o deve mover e que deve ser a base da nossa alimentação.

 

 

Por muito mais evoluídos que nós possamos ser e por muito específicas que sejam as necessidades de cada um, se existe uma verdade é mesmo esta: a base da alimentação dos seres humanos (desde que não se viva no Polo Norte) é sempre a mesma: fruta, vegetais, frutos secos e sementes, alimentos cozinhados opcionalmente – mas certamente, tudo de origem vegetal e consumido com o mínimo de processamento. Só alimentando-nos desta forma, podemos sentir-nos em plena saúde e bem-estar e com peso certo todo o ano sem dificuldades nem restrições de calorias, apenas comendo sempre que se sente vontade e as quantidades suficientes para nós.

 

Nenhuma outra espécie fica a discutir e a exaltar-se sobre temas como alimentação e estilo de vida. Isto é o que a mente nos faz, porque na verdade, tudo é extremamente claro e simples. No entanto, o que vemos à nossa volta é pessoas doentes, deprimidas, agressivas (porque sim, estes comportamentos também são provocados por desequilíbrios neuro-bioquímicos e alimentação inadequada), crianças que começam a sofrer desde pequenas, pessoas obesas, e novas doenças físicas e mentais que vão aparecendo constantemente. Tudo o que vemos é pessoas que adoram complicar e têm medo da simplicidade. É surreal assistir de perto ao que está a acontecer...e ao mesmo tempo ver o tipo de dúvidas que as pessoas têm. Vive-se com medo do açúcar da fruta, da suposta falta de proteínas, ou dos oxalatos no espinafre cru...mas nunca ninguém tem medo do leite, das carnes, do peixe preenchido de metais pesados, dos alimentos cada vez mais refinados e processados, dos aditivos, emulsionantes, realçadores do sabor ou dos ossos e pálpebras de outros seres que são triturados e misturados com aditivos, conservantes e aromas artificiais – invenção conhecida como gelatina e servida inclusivamente aos doentes nos hospitais (?). Isto é uma insanidade, mas por algum motivo tenta-se convencer a população que os «maluquinhos» e os «esquisitos» são as pessoas que apenas querem comer de acordo com a sua natureza, anatomia e fisiologia. Afirma-se na televisão, nos jornais e em todo o lado que «o ser humano é omnívoro, pelo que deve comer um bocadinho de tudo”. Vê-se bem até onde nos levou esta crença: a obesidade e a diabetes são as novas epidemias a nível mundial; as crianças andam a arrastar-se para os jardins de infância com os seus inaladores de asma; os diagnósticos de problemas cognitivo-comportamentais na primeira infância continuam a aumentar. E em vez de alguém se perguntar «porquê?», investe-se dinheiro em mais estudos e mais medicações novas, que são lançadas no mercado e prescritas por médicos, que já nem se esforçam muito para perceber se a pessoa realmente precisa da medicação ou se esta realmente deveria ser usada como primeiro recurso. 

 

As pessoas vivem com mais medo de não tomar as suas medicações do que das 2-3 folhas de potenciais efeitos secundários que muitas delas apresentam no folheto. E sempre que alguém levanta a questão da medicação, aparecem sempre umas 10 pessoas a afirmar que “graças à medicina convencional e da medicação hoje em dia vive-se mais”. Certo, ninguém pode negar isso. Mas também, vivemos mais tempo com doenças crónicas (que os próprios médicos adoram dizer que não podem ser curadas, mas que podem ser perfeitamente controladas com medicação); há gente que toma 10 medicações diferentes diariamente e tem menos de 40 anos; sem esquecer que sofremos e morremos com dores e falta de memória, algures num lar de idosos. Mas sim, vivemos mais tempo!

 

Está na hora de toda a gente acordar e assumir a responsabilidade pelo seu estilo de vida. Porque a verdade, aquela que nunca ninguém nos diz, é que a alimentação e a forma como vivemos criam as nossas doenças...e curam as nossas doenças.

 

Claro que enquanto estivermos vivos, nunca teremos garantias de nada (até porque para além da alimentação há outros factores que influenciam a saúde), mas tudo o que se exige é fazermos a nossa parte – só isso reduz significativamente a probabilidade de desenvolver inúmeros problemas de saúde. Nunca é tarde para começar e nunca é demasiado cedo para começar a pensar nestas questões. Quanto mais cedo, melhor.

 

Basta olhar à nossa volta. Quantas são as pessoas com mais de 50 anos que parecem felizes, sem problemas de peso, em forma, com um brilho saudável e que ainda vivam sem problemas de saúde e sem tomar medicação nenhuma? Curiosamente todas as que eu conheço, e que encaixam nesta descrição são crudívoros, vegetarianos ou veganos. Tirando essas, vemos que hoje em dia os problemas de saúde mais sérios começam a aparecer cada vez mais cedo (ainda antes dos 30 anos) e infelizmente, cada próxima geração nasce mais fraca do ponto de vista genético em comparação com a anterior.     

 

É muito triste observar que agora é raro encontrar alguém realmente saudável. E mesmo aqueles que ainda não receberam um diagnóstico médico, muitas vezes já apresentam uma série de desequilíbrios – algo que por alguma razão faz com que as pessoas acreditem que estar “mais ou menos” até é normal.

Tudo isto tem mesmo muito a ver com amor próprio. Porque assim que de facto aprendermos a amar-nos, somos incapazes de nos maltratar ou de comer alimentos que o fazem por nós. Mais amor próprio e mais respeito por esse corpo que temos e sem o qual não estaríamos aqui necessitam-se com urgência. A prova disso são as inúmeras crianças obesas, com alergias e doenças respiratórias, que me deixam profundamente triste...porque elas são os adultos de amanhã e o futuro da humanidade.

 

Espero que cada vez mais pessoas acordem para estas verdades e que alimentem os seus corpos com comida viva. Porque o natural é sentir-nos bem, fortes e saudáveis. O natural é não depender de medicação nenhuma. O natural é ser feliz e encontrar esta felicidade nas coisas simples. O natural é alimentar-nos de comida viva e sentir-nos igualmente vivos.

 

 

Com as dietas estragamos também a nossa saúde, que deveria ser o estado natural do nosso organismo. Contudo, já sabemos que isto não é algo que acontece por si só, a não ser que os nossos hábitos alimentares, mentalidade e estilo de vida o promovam. A boa construção de uma casa começa com umas bases bem feitas e estáveis. Dentro do organismo, a nossa base forte e segura provém sempre da alimentação. O melhor tipo de alimentação que podemos escolher é aquele que por si só não contribui para o aumento da toxicidade, mas pelo contrário – promove a eliminação de toxinas e a limpeza e regeneração celular.

Existem inúmeras pessoas que se consideram saudáveis só porque não vão ao médico com frequência e não têm um diagnóstico médico. Da mesma forma, existem inúmeras histórias sobre alguém que supostamente “era saudável”, mas “teve um ataque cardíaco e morreu mesmo do nada”. Isto é porque desde a mais tenra idade alguém nos habituou a acreditar que a ausência de doença óbvia e diagnosticada é saúde – algo que está muito longe da verdade. Infelizmente, a grande maioria de pessoas hoje em dia vive em diferentes estádios de doença – a especificação aqui é completamente indiferente, porque independentemente do tipo de doença, todas têm a mesma origem: toxicidade e obstrução. Podemos morrer por muitos motivos diferentes (alguns controláveis, outros completamente fora do nosso alcance), mas uma coisa é certa: pessoas realmente saudáveis não morrem por causas médicas “do nada”. Basta olhar para o tipo de comidas que a grande maioria de pessoas neste planeta come, bem como para as associações entre o que comem e as doenças que desenvolvem “do nada”, e de repente fica bastante claro porque é que tantos estão doentes. Quais são os alimentos mais consumidos hoje em dia? Por exemplo, comecemos pelas carnes e produtos animais – claramente um excesso diário (e para muitos, algo que é consumido várias vezes por dia).

1) Excesso de proteína, excesso de gordura, excesso de colesterol, hormonas, excesso de acidez, abundância de neurotoxinas (tanto na carne, como no peixe) que explicam porque é que temos cada vez mais pessoas com doenças cerebrais – tudo isto é apenas uma pequena percentagem do que obtemos com o consumo de produtos de origem animal. Para além disso, a grande maioria de doenças desenvolvem-se unicamente nesse meio predominantemente ácido que os produtos animais criam dentro de nós.

 

2) Ao perceber esta ideia, muitos excluem as carnes, mas continuam a consumir leite e derivados (que muito sinceramente, conseguem ser ainda mais nocivos para a saúde do que a própria carne). O resultado é o mesmo: colesterol, hormonas, muco, acidez, obstrução, inflamação. A grande maioria de ovo-lacto-vegetarianos que conheço sofrem com algum tipo de doença respiratória e isto não é nenhuma coincidência! Simplesmente os brônquios e pulmões ficam cheios de mucosidade! Asma, sinusite, bronquite, rinite, enxaquecas, tosses prolongadas, constipações, alergias misteriosas, problemas dermatológicos persistentes – tudo isto desaparece como por magia quando excluímos os lacticínios da alimentação.

 

3) McDonald´s e outras comidas rápidas, massas, pão, pizzas, bolos, doces  - mais alimentos refinados, processados, preenchidos de aditivos e desprovidos de vida e nutrição, que fazem parte das escolhas mais frequentes das pessoas hoje em dia. Infelizmente, a roupa cara, o cabelo arranjado, a cara maquilhada e o aspecto polido por fora (com o qual as pessoas se preocupam tanto) nem sempre corresponde aos mesmos cuidados e estado por dentro. Acredito que se tivéssemos alguma forma de olhar para nós por dentro sempre que acordamos de manhã, certamente teríamos mais gente a fazer escolhas alimentares diferentes! 

 

4) Demasiada comida cozinhada – este é outro grande problema na alimentação moderna. Cada vez que cozinhamos, alteramos os nossos alimentos e reduzimos o seu teor nutricional. Sim! Já sei que as pessoas adoram agarrar-se àqueles únicos dois exemplos que teoricamente melhoram um pouco algumas qualidades nutricionais quando cozinhadas – as cenouras e os tomates, mas quem é que contabiliza o que entretanto é perdido durante o processamento térmico? Se queremos tanto ir para o licopeno, não precisamos de comer tomates cozinhados – podemos muito bem encher-nos de melancias quando chega a época, que são bem mais ricas em licopeno, do que qualquer tomate cozinhado. Este é o grande problema das pessoas inteligentes hoje em dia: quanto mais nos perdemos em números, em provas, em dados, em teorias mentais, e na necessidade de provar a alguém como temos razão usando o método científico, mais perdemos a noção do “todo”, e mais nos distanciamos da nossa própria intuição e da verdade. Eu também já fui uma dessas pessoas um dia, por isso acredito que mais cedo ou mais tarde toda a gente chega a esta conclusão.

 

Estes são apenas alguns dos muitos alimentos nocivos que as pessoas consomem diariamente, várias vezes por dia, durante meses, anos e décadas. Quando o grau de toxicidade atinge pontos que o corpo já não consegue suportar, aparece a doença. E sim, por fora, pode dar a entender que alguém saudável teve “um azar” e ficou de cama ou caiu morto, de um ataque cardíaco, “do nada”, mas a realidade está longe de ser essa. Tudo se resume a causas e consequências e quando algo assim acontece, já sabemos que é um resultado do estilo de vida que a pessoa levava.

 

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Ao implementar uma alimentação viva e natural, de repente começamos a fornecer ao nosso corpo materiais de construção muito diferentes – alimentos mais nutricionalmente densos, que aumentam a hidratação, promovem a limpeza e ajudam a restaurar o equilíbrio. Aí o organismo finalmente pode começar a fazer com mais eficácia aquilo que não estava a conseguir porque se encontrava obstruído: desintoxicar-se. As novas empresas, negócios e especialistas em crudivorismo que têm surgido nos últimos anos levam-nos a acreditar que precisamos de determinadas receitas, determinados superalimentos ou suplementos específicos para colocar o corpo em modo de limpeza – o que não é verdade! Não são as receitas e produtos específicos que nos desintoxicam, é o nosso próprio corpo, quando funciona como deve ser. Portanto, se alterarmos o meio interno com o consumo de fruta e vegetais crus, o organismo passa a fazer o seu trabalho e a partir daí tudo começa a melhorar.

 

 

Resumindo, as dietas que fizemos ao longo dos anos e cujos efeitos yo-yo sempre foram os únicos resultados que obtivemos eram desiquilibradas, com quase nenhuma fruta ou carboidratos que são fundamentais para o nosso corpo no dia  dia e que portanto, nos levaram ao esgotamento da dieta em apenas semanas ou meses. E como todas as dietas os resultados terminam assim que termina a dieta.

 

Depois temos as pessoas que não aboliram os carboidratos do seu dia a dia e que mesmo assim engordam ou não conseguem emagrecer. Onde está a falha então neste caso? Quem baseia a sua alimentação em carboidratos (simples: fruta e complexos: arroz, batatas..), deve manter uma alimentação baixa em gorduras tanto para que tudo flua e estejemos a levar uma alimentação saudável, como para não aumentarmos de peso. As gorduras nunca combinam na mesma refeição com gorduras. As gorduras deverão ser consumidas com muita moderação e junta com vegetais. As principais fontes de gordura que devemos priveligiar são os frutos secos, sementes, abacates, óleos naturais ou azeite virgem extra. Mas mesmo sendo boas fontes de gordura estas não deverão nunca serem consumidas sem moderação. Quanto ao azeite ou óleo, nunca deverá ser cozinhado. Se desejarem acrescentar alguma godura destas aos cozinhados, deverão fazê-lo após cozinharem e nunca durante ou antes, ou seja, cozinhem sempre sem gordura!

 

Temos ainda aquelas pessoas que não conseguem levar a cabo uma alimentação mais natural, de acordo com a nossa natureza humana pois ao fim de uns dias sentem-se fracas e com muito apetite. Isto acontece porque as pessoas estão acostumadas a dietas restritas em calorias, que obrigam a comer pouco e a passar fome. Normalmente estas pessoas associam dieta a sofrimento. Uma boa reeducação alimentar não conta calorias, ou se conta é apenas para garantir que estamos a comer o suficiente. Com uma alimentação mais natural, com quilos de fruta e vegetais ao dia NUNCA será necessário ter medo de comer quantidades mesmo grandes de comida e as vezes que quisermos ao dia. É um erro enorme querer mudar a nossa alimentação para algo mais vegetal e natural e começar o dia com 1-2 maçãs, depois almoçar 5 folhas de alface e 1 tomate, lanchar 1-2 bananas e jantar uma saladinha minúscula. Isto não resulta de forma nenhuma. Claro que ao fim de 3-4 dias estamos esfomeadas! Numa alimentação viva e natural devemos comer bastante mesmo. Só assim conseguimos suprimir as nossas necessidades nutricionais e mantermo-nos nesta alimentação de forma contínua sem esforço. Devemos para isso manter o nosso consumo calórico entre as 1500-2000 Kca. Um dia habitual nesta alimentação traduz-se por exemplo em começar o dia com 800ml-1l de sumo de laranja natural, a meio da manhã comer um prato com 2 bananas, 1 laranja e 1 copo de frutos silvestres. Ao almoço comer uma salada mesmo grande com folhas verdes e os vegetais que quisermos + algum carboidrato cozinhado sem gorduras, como arroz basmati ou batatas cozidas. Também podemos almoçar fruta, a que quisermos e em boas quantidades sempre. Ao lanche podemos beber um batido mesmo grande e saboroso com por exemplo 3-4 bananas maduras, 2 laranjas e 1 copo de frutos vermelhos + 6 tâmaras e água. Para jantar, podemos de entrada comer 2 laranjas ou mais e terminar com uma salada mesmo grande e saborosa. Antes de ir para cama se a fome aparecer, podemos beber uma infusão de limão ou comer fruta sub-ácida como laranjas, morangos...

 

Portanto, para quê andar sempre em dietas que mais não fazem que arrasar a nossa saúde e nunca conseguimos um corpo com peso certo, se podemos comer imenso, rejuvenescer a cada dia, manter muito facilmente um corpo são e com peso certo todo o ano e apenas tendo que comer imenso por dia? Depois temos também a vantagem do bem-estar e da energia que para quem come o mais natural possível já é uma realidade no seu dia a dia sempre. Quem não gostaría de viver assim? Quem não gostaría de se sentir tão mas tão bem consigo mesma que a felicidade passa a ser uma constante na sua forma de viver, olhar a vida, olhar os outros... ter uma paz constante, uma alegria inexplicável... 

Sabem o que vos digo? Experimentem pelo menos... experimentem e depois digam-me alguma coisa!

 

Qualquer ajuda ou apoio que precisem podem contactar-me por email: blog.ancaje@gmail.com

 

 

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2 comentários

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De Sónia a 22.02.2016 às 12:51

Enviei um pedido de ajuda para o email.
Aguardo resposta.
Obrigada
Beijinho
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De Neusa a 02.05.2016 às 17:45

Sem dúvida que tens toda a razão!
....a fruta tem açucar, e tal bananas engordam etc ect.
Desde que descobri o teu Blog e que te pedi ajuda para me alimentar melhor nunca mais parei de pesquisar como fazer saladas mais variadas e sumos embora seja consciente de que a adaptação não é fácil mas continuo nesse caminho :) bigados port udo

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