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Fico de veras muito triste a cada diagnóstico novo de cancro que vou conhecendo. Pessoas famosas, pessoas singulares, pessoas anónimas, vidas ao fim ao cabo e todas elas preciosas e cheias de valor. É desanimador vermos como este maldito leva todos à frente, sem dó nem piedade. Mas a minha maior tristeza e angústia tem haver com o que podemos fazer para controlar esta praga que é o cancro e que de facto, por desconhecimento, descrença ou por acreditarmos cegamente na medicina tradicional, não o estamos a fazer.
A vida é um caminho. Nuns casos mais longo que noutros, mas é sempre um caminho que temos de percorrer. Nesse caminho vamos encontrando buracos, adversidades, outros caminhos para escolher e cada um vai decidindo dia após dia por onde percorrer neste caminho que é a nossa vida. Esse percurso vai também dando-nos pistas caso estejamos a tomar más decisões. Pistas essas que quase sempre são ignoradas, passadas despercebidas, não levadas a a sério. Quando ignoramos demasiados sinais que o caminho que estamos a levar é o errado, a vida por vezes obriga-nos a parar. Dá-nos um diagnóstico de cancro. E aí algo nos abana de uma vez, refletimos sobre o nosso caminho até então e apercebe-mo-nos muitas vezes que fomos surdos, cegos e mudos perante demasiados avisos. Normalmente já é tarde demais e uma pena desmedida por isso é o que todos sentimos.
A alimentação não é a única coisa que nos pode fazer evitar algum cancro mas acreditem que é quase. A cada dia podemos fazer muitas escolhas alimentares. Desde que acordamos até que nos deitamos podemos fazer em média umas 6 refeições. Tanta hipóteses de escolhermos o bom caminho como de fazermos a escolha errada... Alimentos de origem animal, cozinhar com gorduras, alimentos refinados e processados, lácteos, glúten... todos os dias inúmeras pessoas se intoxicam demasiado com estes alimentos. O nosso corpo é tão forte e resistente que aguenta meses e anos a fio, uns atrás dos outros. É uma grande máquina sem dúvida! Mas um dia, dá de si, é demasiado já para ele. Já nos deu inúmeros avisos para mudarmos o rumo e nós que fizemos? Tomamos algo super ácido e tóxico como medicamentos, para esconder e calar esses avisos que o sábio do nosso corpo nos envia. E aí ele já não consegue lutar mais contra o “lixo” que diariamente lhe damos... torna-se fraco, impotente e por fim super doente. A culpa nunca é do acaso, de se ter sorte ou azar... a culpa é nossa apenas, só nossa. Não escolhemos o caminho certo. Não ouvimos os sinais do nosso corpo. Mantivemos a alimentação e os pensamentos tóxicos e um dia lá nos deram o diagnóstico de cancro. Esse palavrão que nos assusta a todas e a quem todos reconhecemos o poder de nos levar entes tão queridos.
Cabe-nos a nós, a cada um de nós escolhermos o caminho mais correto, mais saudável e ouvirmos todos os sinais do nosso corpo. É de nossa responsabilidade alimentarmo-nos bem, com alimentos verdadeiros e não com produtos enlatados, engarrafados e que vêm em embalagens. Leiam os ingredientes daquilo que dão ao vosso corpo e se não souberem o que é pelo menos 1 deles, rejeitem-no. Isso não é um alimento, é um produto fabricado em laboratório que só vos fará mal. O nosso corpo é o lugar onde vivemos 24h por dia 365 dias por ano. Merece que o respeitemos, que o amemos e que o alimentemos com alimentos naturais e não com produtos fabricados sabe-se lá a onde.
Afinal de contas, a responsabilidade de cada cancro é apenas e somente nossa.

 

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