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A celulite  é um problema extremamente comum hoje em dia, especialmente no caso das mulheres. Tão comum, que agora ouvimos que «é normal» ter celulite, só porque toda a gente a tem. Embora de facto cerca de 90% das mulheres e 10-20% dos homens estejam a lidar com celulite, este problema está longe de ser normal ou inevitável como nos costumam fazer acreditar. Existem causas específicas que provocam o aparecimento da celulite que são conhecidas e que, uma vez eliminadas, nos permitem livrar-nos deste problema.

 

ALGUNS FACTOS...

 

- Não é verdade que a celulite é apenas uma questão de excesso de peso e de gordura, porque não faltam pessoas magras que têm o mesmo problema.

- Ter celulite é sinónimo de fraquezas a nível celular, problemas de circulação e problemas na produção de colagénio. De modo a eliminar essas fraquezas e fortalecer a estrutura celular precisamos de determinados tipos de aminoácidos.   

- Da mesma forma que com a passagem dos anos perdemos elasticidade e a pele da cara começa a tornar-se gradualmente mais flácida e com rugas, essa perda de colagénio juntamente com alguns erros alimentares contribuem para o aparecimento de celulite no corpo.

 

 

1.  Mais Vitamina C. Alimentos como pimentos vermelhos, kiwis, laranjas, tomates, toranjas, limas, limões, brócolos, etc.) são ricos em Vitamina C e aminoácidos essenciais para prevenir o aparecimento de celulite.

2.  Menos sal, mais potássio! Uma das causas principais para o aparecimento de celulite é o desequilíbrio entre sódio e potássio no organismo. O sódio faz com que o nosso corpo retenha agua, enquanto o potássio nos ajuda a livrar-nos dos fluídos retidos. Por isso, enquanto consumirmos muitos alimentos ricos em sódio e poucos ou nenhuns alimentos ricos em potássio, continuamos a ter celulite. Bananas, batata doce, mangas, kiwis, salsa, coentros são ricos em potássio e devem ser incluídos de forma generosa na alimentação. Paralelamente, eliminar o sal durante algum tempo promove a expulsão dos líquidos que ficam retidos nos tecidos quando existem problemas de circulação, dando um aspecto irregular à pele.

 

3.  Ómega-3. O consumo de alguns ácidos gordos essenciais é igualmente importante para manter a estrutura das células e tecidos, prevenindo assim o aparecimento de celulite. As sementes de chia e de linhaça usadas com moderação, mas ainda assim com alguma regularidade, são igualmente importantes para eliminar a celulite.

4.  Beber água suficiente é fundamental. Acreditar que beber muita água aumenta a retenção de líquidos e acentua a aparência da celulite é errado. A verdade é precisamente a oposta – quanto melhor a hidratação, menos líquidos retemos, melhor é a eliminação e o aspecto casca-de-laranja diminui visivelmente.

5.  Exercício físico. A actividade física ajuda a reduzir a celulite, até porque este é também um problema de circulação.   

6.  Escovagem da pele a seco reduz visivelmente o aspecto casca de laranja, uma vez que melhora a circulação e facilita a drenagem linfática. Basta escovar a pele de todo o corpo com uma escova de pelo natural durante cerca de 2min, diariamente, começando pelos pés e terminando na parte de cima do corpo. A direcção da escovagem é sempre ascendente, com movimentos rápidos e curtos.

7.  Creme anti-celulítico caseiro. Podemos fazer o nosso próprio creme anti-celulítico em casa, misturando 1 colher de óleo de coco, com umas 5-6 gotas de óleo essencial de toranja e 5-6 gotas de óleo essencial de cipreste, massajando as áreas afectadas pela celulite diariamente, durante cerca de 2 min.    

 

 

Fonte: dicas vitaliza

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Se querem estar no vosso melhor, ter um corpo sequinho de gorduras, bonito e harmonioso, não podem perder o Plano Operação Bikini que preparei para vocês com tanto amor e carinho!

É um Plano que já proporcionou o corpo de sonho de dezenas e dezenas de leitoras, amigas e familiares. Está mais que testado e comprovado e a sua eficácia é simplesmente inegável. Tenho muitos testemunhos de quem fez o Plano aqui no blog, podem pesquisar.

 

O Plano está disponível aqui: http://ancaje.blogs.sapo.pt/plano-operacao-bikini-118524

 

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Ando alucinando com esta tinta!!! Eu mesma pinto à vontade, fica sempre bem, protege o material sobre o qual pintei e quando me canso da cor, é só retirar como se fosse um vinil e pintar de outra cor!!!

 

Decorações novas se avizinham cá em casa... ahahhaha

 

Já conhecem esta tinta que se pinta e se remove?

Eu encomendei neste site www.pintadip.com nesta 2ª Feira e na 3ª Feira já tinha os sprays! Bom serviço de envio que eles têm e veio tudo bem embalado e pretegido!

Para já, pintei a minha eliptica e assim fico bem personalizada! ahahha fico tão giraaaa.

 

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Qualquer pessoa pode ficar com excesso de peso num determinado momento da sua vida – acontece. Contudo, depois de perceber o mecanismo – isto é, o que é que nos faz ganhar  peso e o que é que nos mantém no ciclo vicioso – o processo de perda de peso deveria ser feito uma única vez. Quando vemos alguém que precisa de fazer dieta sistematicamente, mesmo sem conhecer essa pessoa de lado nenhum, ficamos a saber duas coisas:

 

1)   Que ela não tem uma alimentação natural, de origem vegetal, predominantemente crua e baixa em gorduras.

2)   E se por acaso tem, ficamos a saber que essa pessoa não é consistente nos hábitos alimentares que está a tentar implementar – refiro-me ao típico cenário de comer bem durante 1 mês, voltar para os hábitos antigos durante uns dias ou semanas, voltar a comer bem durante umas semanas e assim sucessivamente. Oscilações nos hábitos alimentares produzem oscilações no peso – especialmente no início, enquanto há coisas a equilibrar no organismo.

 

O processo de perda de peso não precisa de ser um sofrimento e dor de cabeça. Não precisa de ser uma fase em que passamos fome e contamos calorias até a exaustão. Não é preciso ter disciplina. Não é preciso fazer actos heróicos. Basta aprender a fazer escolhas inteligentes e ter objectivos que vão para além do peso e da estética – assim sabemos que vamos manter os bons hábitos alimentares para sempre, mesmo depois de alcançar o nosso peso ideal.

Toda a gente acha que sabe como perder peso – “comer menos e fazer mais exercício” é desde sempre o mantra que as pessoas repetem, sempre que o assunto é perda de peso. E aí está o problema. À primeira vista parece que o raciocínio faz sentido, mas esta ideia está errada logo de raiz. Comer menos do que queremos e treinar mais é uma receita que permite ter algum sucesso a curto prazo, mas garante que vamos falhar e desistir da “dieta” a longo prazo, porque viver desta forma simplesmente não é sustentável.

Se repararmos na natureza, existem apenas 3 seres vivos que costumam desenvolver problemas de peso, e todos eles vivem numa casa de humanos: pessoas, gatos e cães (estes dois últimos, muitas vezes alimentados de forma inadequada por seres humanos com problemas de peso). De resto, os outros animais na natureza comem exactamente como deveriam comer e têm o aspecto que deveriam ter. Não vemos nenhum animal não domesticado a comer em excesso, a restringir o que deseja comer e a fazer mais exercício físico para manter a linha. É por isso mesmo que não encontramos problemas de peso entre os animais no reino animal – não vemos alguns magros, outros gordos, outros flácidos ou musculados - todos os animais da mesma espécie comem da mesma forma e têm o mesmo aspecto. Contudo, o mesmo já não é válido para os seres humanos e para os seus animais de estimação.

 

Porque é que os problemas de peso aparecem entre nós? Ou melhor, porque é que as pessoas acham que aumentam de peso?

- Mau controlo das porções de comida ingeridas – A grande maioria de pessoas pensa sempre que para perder peso precisa de cortar nas porções e comer menos. Esta é uma ideia da qual eu discordo fortemente, podendo até provar na prática como isto nunca funciona a longo prazo. As pessoas que mais controlam as quantidades de comida que ingerem são as pessoas com mais problemas de peso ou peso mais instável.

- Falta de exercício físico – Sim, o exercício físico é importante e ajuda-nos a manter a nossa vitalidade, boa eliminação e um corpo tonificado e harmonioso. Contudo, o facto de não fazer exercício físico não leva a aumento de peso...desde que tenhamos a alimentação adequada para a nossa espécie. Aliás, a maior parte dos animais não ficam com o peso afectado quando são colocados em habitats onde não conseguem ser muito activos. Porquê? Porque qualquer ser vivo é desenhado de modo a controlar a sua fome e saciedade de forma automática e natural em função do grau de actividade física que tem. Neste sentido, é normal ter mais apetite quando nos mexemos mais e ter menos apetite, se levamos uma vida sedentária. 

- Genes – Muita gente adora usar esta desculpa para “justificar” os seus problemas de peso. Já sabemos que “o gene da obesidade” existe, mas da mesma forma sabemos que isto não significa rigorosamente nada se o nosso estilo de vida e alimentação forem incompatíveis com o aumento de peso. Uma tendência para ter um problema não é uma sentença, é apenas isso – uma tendência.

 

 

 

O que a ciência nos mostra de várias formas é que os animais que no seu habitat normal comem sempre até ficarem mesmo satisfeitas, a longo prazo não precisam de comer nem menos do que isso, nem mais do que isso para ter uma saúde radiante. O mesmo se aplica a nós. Se seguirmos a alimentação e estilo de vida adequados para nós (fruta e vegetais em abundância; frutos secos e sementes com moderação, e eventualmente alguns alimentos integrais cozinhado sem gorduras), até a pessoa com metabolismo mais alterado vai perder o peso extra mais cedo ou mais tarde. 

Para alguns, saber apenas isto não chega – querem resultados mais rápidos. Nestes casos, a melhor forma de acelerar a perda de peso é aumentar a percentagem de alimentos crus (especialmente os vegetais de folhas verdes, dos quais praticamente toda a gente tem défice, e a fruta/vegetais de cor amarelada); eliminar os óleos, reduzir as fontes de gordura no geral, eliminar o álcool, e manter alguns carboidratos complexos para maior saciedade (p.e: quinoa, batatas, arroz, amaranto, etc – tudo preparado sem óleos ou azeite cozinhado). Alimentação viva e natural, muitos vegetais crus e alguns cozinhados limpos – acelera qualquer processo de perda de peso, sem necessidade de reduzir as porções de comida. Qualquer pessoa consegue comprovar isto na prática.

Todos os grandes estudos científicos conduzidos ao longo dos anos mostram sistematicamente a mesma coisa: quando o tipo de alimentação adoptado é baixo em carboidratos e rico em proteínas e gorduras temos um aumento das doenças e mortes. Os carboidratos não são o inimigo quando queremos perder peso – antes pelo contrário, é mesmo esse o caminho a seguir se queremos uma manutenção do peso ideal de forma sustentável. Mas por alguma estranha razão, até quando as recomendações são apresentadas de uma forma tão simplificada, as pessoas insistem em complicar, porque alguém nos fez acreditar que manter um peso ideal só pode ser feito com disciplina, esforço e uma força de vontade de ferro. Nada disso é verdade. A única verdade aqui é que quanto mais insistirmos em complicar o que é simples, mais complicada será a nossa vida. Quanto mais nos perdermos em teorias e “este disse isso enquanto o outro disse aquilo”, mais confusos vamos viver, e menos vamos saber o que comer.

Uma coisa engraçada em que reparo é que quantos mais problemas de peso e de saúde alguém tem, mais essa pessoa tende a perder-se em pormenores e a construir telhados, antes de ter as bases da casa. Normalmente são precisamente essas as pessoas que perante a recomendação de comer “fruta e vegetais em abundância; frutos secos e sementes com moderação; alguns alimentos integrais cozinhados sem gorduras como arroz, batatas, quinoa, etc.” muito antes de reter a ideia geral, já começam a preocupar-se com os pormenores:

1)   “Mas o arroz deve ser integral ou selvagem, não é? Se calhar dificilmente perco peso a comer arroz branco...” – dizem as pessoas, quando na realidade deveriam estar a pensar: “dificilmente vou perder peso a comer arroz, se entretanto ainda cozinho com gorduras, como fritos, bolos e pão com manteiga, bebo álcool e como frutos secos em excesso.” O tipo de arroz é completamente secundário, quando tudo o resto ainda está por mudar. Por experiência própria posso dizer que quando garantimos a base e mantemos uma alimentação 100% de origem vegetal, com predominância de alimentos crus e sem gorduras cozinhadas, conseguimos perder peso usando qualquer tipo de arroz, embora o arroz integral ou selvagem possam ter uma ligeira vantagem a nível nutricional. Mas se o problema for o peso, chegamos lá com qualquer arroz! Aliás, toda a gente sabe que eu e o João comemos predominantemente arroz basmati – não cria problemas digestivos, não há inchaços abdominais, a saciedade é garantida...e o peso mantém-se sempre estável. Podemos olhar para as pessoas que comem mais arroz, batatas e vegetais no planeta (como parte da sua dieta tradicional), e vamos ver que se trata de pessoas saudáveis e em boa forma física. A meu ver,muito antes de nos preocupar com o tipo de arroz que comemos, devemos preocupar-nos com a sua preparação e com que é que vamos combiná-lo – o resultado será um se comermos arroz com gorduras cozinhadas e sem vegetais (ou apenas com vegetais cozinhados) e será outro, muito diferente, se aprendermos a cozinhar sem gorduras e acompanharmos sempre o prato com uma generosa salada. Primeiro a base, depois os pormenores. 

2)   “Mas os sumos e batidos devem ser feitos sempre na hora, senão perdem nutrientes, não é? Tenho medo de comer ou beber algo que não foi feito na hora e já perdeu nutrientes...” – dizem pessoas que muitas vezes ainda comem pão, bolachas, alimentos enlatados/empacotados e refeições pré-feitas. Isto é mais um exemplo de preocupações com o telhado quando ainda nem as bases seguras existem. Aqui, mais uma vez, posso dizer que do ponto de vista do peso, da saúde, da qualidade nutricional e de qualquer outro factor que as pessoas valorizam, continuará a ser sempre melhor beber um sumo ou batido que foi feito umas horas antes, do que recorrer a pão, manteigas, compotas e café ao pequeno-almoço...porque é isso mesmo que acontece quando não começamos o dia com uma boa quantidade de fruta – mais cedo ou mais tarde ao longo do dia já nos apetece ir para os estimulantes e comer algo mais gorduroso ou no mínimo consistente – como massa, queijo, bolachas ou pão. E é assim que pessoas inicialmente preocupadas com as supostas perdas de nutrientes de algo cru que não foi cortado ou feito na hora, de repente dão por elas a mastigar uma pizza ou um pacote de bolachas ou chocolate, sem saber como chegaram a esse ponto de descontrolo.

 

 

Tudo isto para dizer que realmente só faz sentido preocupar-nos com os pormenores depois de garantir que temos a base e que mantemos pelo menos essa base de forma consistente. E a base é: alimentação 100% de origem vegetal, baixa em gorduras e com uma boa percentagem de alimentos em estado cru. Por vezes apenas isto, mantido de forma consistente, já elimina todos os problemas de peso. Enquanto estivermos a recuar e a ter recaídas com alimentos refinados, processados e de origem animal, tudo o resto que vai para além da base são pormenores que não deveriam preocupar-nos. Existem muitas pessoas que mantêm a base durante cerca de 1 mês, começam a obter aos poucos os resultados desejados e depois, por um motivo qualquer, perdem a motivação/ assustam-se/ caem num novo buraco emocional e voltam aos hábitos antigos, concluindo erradamente que afinal este estilo de vida não é para eles.

 

Para todas estas pessoas, a minha recomendação é a seguinte: antes de retomar o princípio mais básico da alimentação viva e natural, convém fazer uma boa análise do último deslize e identificar:

 

- em que circunstâncias aconteceu?

- o que o despoletou?

- o estado emocional teve alguma influência?

- que possíveis erros foram cometidos para facilitar a recaída?  

- o que podemos fazer para que o episódio não se repita mais?

 

 

Muita gente já sabe o que deve e não deve comer, mas que por algum motivo nem sempre encontra motivação para fazer a coisa certa. Com o tempo vi que cada pessoa é movida por coisas diferentes. Para alguns basta pensar no lado ético e visualizar todo o sofrimento, dor, hormonas e pus que estão a engolir com a comida de origem animal. Para outros, ajuda pensar no planeta – qualquer pessoa hoje em dia já sabe que a alimentação convencional com produtos animais é aquela que custa mais e   desgasta mais os recursos naturais. Para outras pessoas ainda, que vivem desligadas de si, ajuda muito não ligar a televisão, afastar-se da Internet e nem que seja uma vez na vida, comer à frente do espelho, de preferência sem qualquer tipo de roupa. Não se trata de provocar medo, nojo ou restrição alimentar. Trata-se de acordar. Abrir os olhos no verdadeiro sentido da palavra, fazer a conexão entre aquilo que comemos, o que pensamos, sentimos e a nossa aparência física. Para algumas pessoas o processo simplesmente acontece ao contrário – só depois de voltarem a ficar conectadas à sua verdadeira essência, só depois de recuperarem a auto-estima e começarem a viver de forma mais consciente, conseguem pensar também nos animais, nos recursos naturais e no planeta no geral.

 

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Como limpar o nosso organismo?

por Ancaje, em 01.05.17

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As nossas células, órgãos e glândulas são tão saudáveis quanto os líquidos à volta dos mesmos. O nosso corpo é constituído essencialmente por um conjunto de células e dois tipos de fluídos – sangue (que nutre as células) e linfa (que limpa as células). A nossa saúde depende do quão limpos, saudáveis e equilibrados estão esses dois fluídos. Normalmente o sangue é muito menos problemático e extremamente simples de limpar. A grande maioria de problemas de saúde são atribuídos ao sistema linfático.

 

Para perceber isto melhor, basta visualizar o seguinte: o que é que acontece com a nossa casa quando não a limpamos durante várias semanas ou meses? Eventualmente começamos mesmo a nadar em pó, lixo e sujidade. Acontece literalmente o mesmo no nosso próprio corpo – quando o sistema linfático está preso, congestionado e a eliminação não é bem feita (a realidade de mais de 95% das pessoas hoje em dia), todos os resíduos acídicos daquilo que as nossas células eliminam ficam presos nos tecidos, criando dores, inflamações, calcificações, inchaços e uma série de problemas de saúde de origem diversa. Temos que nos preocupar tanto com a alimentação celular (sangue), como também com a sua limpeza (linfa), porque não existe saúde sem que estes dois fluídos estejam no estado que é suposto – fluídos e limpos. Para alcançar isso, precisamos de manter de forma consistente uma alimentação que ajuda simultaneamente a nutrir e a limpar as células e tecidos, e esta é a alimentação de origem vegetal predominantemente crua.

 

by: diario vitaliza

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Problemas de perda de peso, desintoxicação, processos inflamatórios e cura – quatro assuntos estreitamente relacionados entre si. No geral, o que se observa entre as pessoas com este tipo de problemas é que quem tem mais dificuldade na hora de perder peso, por norma tem também mais obstrução interna, mais problemas inflamatórios e mais gordura abdominal.

Uma das formas que permite estimular uma resposta de cura em alguém com estes problemas é mudar radicalmente o tipo de alimentação (apostando nos alimentos em estado cru), ou simplesmente parar de comer durante um determinado período de tempo. A parte da mudança de hábitos alimentares é algo que toda a gente entende. E o parar de comer? Como é que a privação de comida consegue estimular respostas de regeneração e cura no organismo?
Gastamos imensa energia para a simples digestão de uma refeição. E o que acontece quando paramos de comer? Ora, toda a nossa linfa, sangue e o que sobra da energia que tínhamos antes de começar a comer estão sempre à espera de algo para fazer. Tal como a seguir a uma refeição costumamos levantar a mesa, arrumar, lavar os pratos, levar o lixo e deixar tudo no sítio, o mesmo acontece dentro do nosso corpo. Os níveis de energia que nos sobram no final de uma refeição (dependendo daquilo que escolhemos comer) são posteriormente usados para os processos de maior importância no corpo – isto são todas aquelas áreas que precisam de assistência mais rápida e imediata. Uma ideia central que qualquer pessoa deve fixar é que antes de sermos capazes de regenerar células/tecidos ou curar-nos de seja o que for, primeiro temos que “limpar a casa”. Só depois de fazermos algo para promover esta limpeza ou desintoxicação é que podemos esperar pelo aparecimento de melhorias mais significativas.

 

Para compreender melhor a eliminação, resta lembrar-nos que temos quatro órgãos principais de eliminação:

- Pele: Esta precisa de ser capaz de “respirar” a cada momento. Convém usar de forma muito consciente produtos de limpeza e cosméticos, optando sempre pelo estritamente necessário e pelo mais simples e natural. Tudo o que entra em contacto com a nossa pele entra em contacto com a corrente sanguínea numa questão de segundos. O que queremos fazer com os cuidados da pele é sempre desobstruir e não obstruir ainda mais. Por isso, nesse departamento, menos produtos é sempre mais. O exercício é outra coisa que nos ajuda a melhorar a circulação e a manter a pele limpa e desobstruída. Além disso, eu sou grande fã de dois duches por dia – há quem ache excessivo, pela minha experiência é o ideal para manter a pele limpa, desobstruída e luminosa. O duche de manhã deve ser um pouco mais frio e tonificante. O duche à noite deve ser mais morno/quente e relaxante. À noite é quando gosto de usar os sais Epsom diluídos em água e esfregar bem a pele com essa solução e uma esponja, luva ou escova de pelo natural – isso ajuda a eliminar muitos resíduos da pele. Por fim, para manter uma pele desobstruída também precisamos de beber água suficiente. Diariamente, em média o corpo humano perde 2l-2,5l em líquidos (via rins, cólon, pele e pulmões). Convém repor essa água diariamente, não só através da alimentação, mas através do consumo de água em si. Quando proporcionamos ao corpo as condições ideais a nível de meio interno, nutrição, eliminação e funcionamento no geral, até 70% das toxinas e resíduos podem ser eliminados através da pele. E isto é imenso. Contudo quantas pessoas eliminam tudo isto através da pele? Hoje em dia, pouquíssimas – apenas as pessoas com saúde radiante, que são cada vez mais, uma raridade. No entanto, é esse um dos objectivos de um estilo de vida mais natural – proporcionar o meio interno adequado para que a maior quantidade de resíduos possível seja eliminada através da pele. 

 

- Pulmões: São o nosso segundo grande órgão de eliminação. Eles permitem-nos inspirar oxigénio e expirar dióxido de carbono. Quanto mais nos mexemos e mais promovemos um estilo de vida activo, mais levamos as células a funcionar em modo aeróbico e, curiosamente, mais energia acabamos por obter. Dois tipos de células que detestam oxigénio são as células cancerígenas e as células fúngicas. Isto são células que detestam sol, detestam oxigénio, detestam comida viva (rica em oxigénio e energia solar) e adoram as áreas escuras e húmidas do corpo. Portanto, o que os nossos pulmões necessitam a cada momento é ar puro; oxigénio, exercício e uma respiração mais profunda – muitas vezes resultado ou do exercício físico ou da prática regular de meditação e técnicas de respiração – ambos excelentes. Respirar mais profundamente significa que inspiramos mais oxigénio e eliminamos mais dióxido de carbono. Para além de tudo isso, os pulmões são outro órgão de eliminação que precisa de água. Cada vez que expiramos, perdemos um bocadinho de hidratação. Quando chegamos ao estado de desidratação porque não bebemos água suficiente, os nossos brônquios chegam mesmo a encolher, portanto a desidratação pode facilmente causar uma congestão dos brônquios – mais uma razão para beber boas quantidades de água diariamente.

 

- Rins: órgãos de filtração fundamentais. A maior parte de nós tem 2 rins, algumas pessoas (raras) têm 3. A parte fascinante é que cada rim é do tamanho de um punho, mas contém um milhão de unidades de filtração. É absolutamente central também para os rins terem sempre água suficiente (agora nos meses quentes, entre 2,5l-3l por dia). Os rins precisam também de calor, que é garantido pela boa circulação do sangue. Um pequeno aparte que vale a pena fazer aqui: é muito frequente ouvir pessoas que dizem que não conseguem ter uma alimentação predominantemente crua, porque precisam muito (especialmente no Inverno) de sentir o corpo mais quente e de comer coisas mais quentes. Isto é uma ilusão completa, porque uma refeição quente aquece o corpo durante poucos segundos...e depois estamos na mesma. O que realmente traz a sensação de calor permanente é a boa circulação. Aquelas pessoas com mãos e pés permanentemente frios não precisam de sopas e comida quente – precisam de melhorar a sua circulação com exercício, sumos e comida crua!  Quando é que as mãos se mantêm quentes de forma contínua? Quando o sangue chega lá sem problema e quando temos boa circulação no geral. Portanto, isso da comida quente é uma desculpa que as pessoas adoram dar para se auto-enganar, mas não é o que nos ajuda a ficar mais quentes e a manter uma temperatura corporal adequada. Voltando aos rins, pessoas com má circulação sanguínea costumam ser também pessoas com uma filtração renal mais fraca. Uma boa maneira de manter os rins “quentes” é apanhar sol nas costas. Ao aquecer essa área vamos automaticamente aumentar a circulação de sangue lá, o que vai ajudar a todos os níveis, porque onde temos boa circulação, temos boa nutrição e regeneração.

 

- Cólon: Por fim, temos o cólon. Apenas resíduos microscópicos podem ser eliminados através da pele, pulmões e rins. Os resíduos maiores são eliminados via cólon. O cólon precisa de uma certa estimulação e esta pode ser garantida através de uma alimentação hidratante, rica em fibras, bem como através da prática de exercício físico. Precisamos de eliminar através do cólon diariamente, o mesmo número de vezes que comemos – isto sim, é um bom funcionamento intestinal e algo assim só acontece com eficácia quando comemos alimentos de origem vegetal. Por isso, pessoas que têm obstipação precisam de muita comida fresca, crua e de origem vegetal, muita água e mais movimento. O nosso movimento faz uma espécie de massagem ao cólon, o que por sua vez estimula a eliminação. Muita gente pensa que quando faz detox e come apenas fruta ou bebe apenas sumos a eliminação não precisa de ser tão frequente – o que não é verdade. Numa fase de detox é extremamente importante continuar a ir a casa de banho pelo menos 2 vezes por dia (ou então fazer irrigações ao cólon para estimular essa eliminação). Paralelamente, é importante lembrar-nos da ideia que conseguimos eliminar até 70% dos resíduos através da pele – portanto se numa fase de detox nos focarmos bastante na limpeza da pele, vamos evitar o sobrecarregar excessivo dos restantes três órgãos de eliminação. Por isso o vapor, o calor, os duches e limpezas da pele adequadas são ainda mais importantes durante a desintoxicação.

 

Especialmente durante as fases de detox descobrimos rapidamente que para além desses quatro órgãos principais, temos mais uma forma de eliminar, e esta é através da língua. Certamente toda a gente que já fez detox sentiu que de manhã tem uma camada extra grossa e esbranquiçada, que não está presente (ou pelo menos não é tão visível) noutras alturas. Isto acontece porque uma parte dos resíduos são eliminados também através da língua. O «oil pulling» e a raspagem da língua com maior frequência nessas alturas (umas 3 vezes por dia) será uma boa ajuda.

 

Resta-nos colocar estas dicas em prática e usufruir de uma boa saúde!

 

Fonte: Diário vitaliza

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Há factores chave numa perda de peso. Já os descobri, testei e comprovei e portanto estou pronta para partilhar tudo com vocês.
 
 
Qualquer pessoa para perder peso deve:
 
- Dormir bem. Entre 8-9h por noite, seria o ideal;
- Hidratar-se convenientemente. Beber entre 2-2,5l de água mineral por dia;
- Reduzir drasticamente o consumo de óleos, azeites e fontes concentradas de gordura. Se houverem problemas de saúde então, é para cortar com todas as fontes de gordura por 15 dias e depois consumir apenas abacate 2-3x por semana, até o ou os problemas estarem resolvidos;
- Ter pensamentos positivos. Desta forma, conseguiremos fazer boas escolhas alimentares;
- Jantar algo leve, até às 20h00 e não voltar a comer até de manhã. Algo como uma salada generosa (tudo cru), fruta ácida ou sub-ácida, 1l de sumo de vegetais ou uma sopa;
- Sempre que se tiver apetite, beber primeiro 1-2 copos de água, esperar 5 minutos e se a fome persistir, então comer algo;
- Praticar cardio e/ou musculação pelo menos 3x por semana 45-50 minutos.
 
 
 
Se o problema forem as gorduras localizadas como no as que encontramos no abdómen, coxas, celulite, etc, além do acima referido devemos também:
 
- Fazer boas combinações alimentares. Não misturar na mesma refeição gorduras e hidratos;
- Nunca cozinhar em gorduras. De nenhum tipo mesmo. Devemos cozer de preferência a vapor, grelhar ou assar sem gorduras nenhumas;
- Fazer refeições mais pequenas, mais vezes ao dia. Entre 5-8 refeições diárias;
- Fazer pelo menos 2 refeições ao dia só de fruta. Evitar misturar mais de 3 tipos de fruta na mesma refeição;
- Temperar as saladas sem gordura, com a exceção do abacate e caso não hajam nenhuns problemas de saúde, poderão também ser adicionadas sementes ou frutos secos. As nozes deverão ser demolhadas em água pelos menos 6-8h antes de as consumirmos;
- Beber diariamente sumo de toranja natural;
- Consumir alimentos termogénicos em todas as refeições. Exemplos: canela, pimenta caiena, gengibre...;
- Praticar exercícios cardio 4-5x por semana, em jejum e durante 45-50 minutos.
 
 
Para problemas com a flacidez, devemos cumprir todos os pontos acima referidos, mais:
 
- Praticar 4-5x por semana exercícios de cardio e localizados, intercalando-os entre si. Exemplo: 2ª Feira treinamos pernas, 3ª Feira praticamos 50 minutos de cardio em jejum, 4ª Feira treinamos braços, 5ª Feira cardio em jejum e 6ª Feira exercícios para todo o corpo;
- Fazer diariamente pranchas. Tentar dia após dia, aguentar mais tempo. Este é um excelente exercício para tonificar o corpo todo;
- Fazer todos os dias saltos à corda. Podem começar por 50 saltos e vão aumentando 10 saltos a cada dia;

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O novo Plano que está para ser lançado brevemente, terá como mote a iniciação numa alimentação mais natural, intuitiva e vegan. Não há outro tipo de alimentação mais natural para a morfologia do nosso corpo e que mais saúde e energia nos aporta.

Quem não deseja ter um corpo harmonioso com o peso certo sem qualquer dificuldade, sem sequer contar calorias ou porções de comida?

Desde que me conheço, mesmo ainda na fase de criança, eu já fazia dietas. Nunca fui sequer gordinha, mas exigiam-me quase a perfeição a nível do corpo. Não é que eu o conseguisse, pois com tanta exigência e tanta crítica face a mim, acaba por refugiar-me um pouco nos doces como algo que me dava algum conforto ao fim do dia. Sempre tive alguma celulite, alguma gordurinha na barriga, as coxas um bocadinho mais cheias do que eu gostaria... mas nunca tive excesso de peso. No entanto, como tenho uma estrutura fina e leve, mesmo que 8-10kg a mais, notam-se muito no meu corpo e fico bastante "deformada". Com isso, sempre vivi em dietas, ou restrições alimentares, porque dieta dieta só fiz uma e está descrita aqui no blog: A dieta dos 31 dias! Aprendi muita coisa, emagreci, mas fiquei com o metabolismo muito muito desregulado, quase como que presa à dieta senão engordava num ápice!

Com a minha mudança radical de alimentação (deixando-me de dietas hiper-proteicas) o meu metabolismo voltou a regular e melhor ainda, a ficar mais rápido do que alguma vez tinha sido em toda a minha vida. Ainda para mais, desde os meus 13-14 anos que sofro muito de problemas no estômago, pelo que tinha digestões de 24h por vezes. Pois bem, ainda que esses problemas fossem diagnosticados como crónicos, posso garantir-vos que tenho digestões hiper rápidas e que nunca nunca o meu sistema digestivo funcionou tão bem! Chego a ir 4-5x ao wc por dia e o meu intestino está mais rápido que nunca. As dietas hiper-proteícas dão cabo do nosso intestino, no sentido que os produtos de origem animal que se incentiva a consumir nestas dietas, permanecem muito tempo no intestino, pois são de difícil digestão, uma vez que não são adequados sequer para o ser humano. Como sabemos, a nossa saúde começa pelo intestino. Um intestino congestionado, difícil de trabalhar, que incha com frequência é uma fonte de material em putrefação e de bactérias, que ao não serem expelidas com rapidez do intestino, são reabsorvidas pelas paredes do intestino e depois, do nada... aparecem doenças graves. Nunca é do nada.

 

Por isso, meus amores, muito muito brevemente, venho anunciar-vos um Plano feito com muito amor, para vos ajudar a todas a darem os primeiros passos rumo a uma alimentação mais limpa, natural e vegana! Experimentem a vossa melhor versão! Aquela que nunca sentiram antes. Sabem aquelas pessoas que se sente à distância a sua boa energia, a sua luz e vitalidade? Pois podem muito bem ser vocês mesmas! É só darem o primeiro passo e com certeza nunca mais quereréis regredir!

 

Até breve, com novidades muito boas!

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A importância da Alimentação

por Ancaje, em 16.04.17

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Através da nossa alimentação, nutrimos as nossas células, obtemos energia, o nosso sistema digestivo funciona, stressamos ou não, andamos ansiosos ou podemos evitar-lo, renovamos o nosso aspecto ou envelhemos prematuramente, etc, etc, etc...

A cada período médio de 90 dias, as nossas células renovam-se e dão lugar a outras. Isto é um poder absolutamente fantástico que o corpo nos dá. Por muitos anos de asneiras que tenhamos feito a nível alimentar, estamos sempre a tempo de inverter o rumo das coisas. O nosso peso, o aspecto da nossa pele, a nossa energia, as olheiras, as imperfeições na pele, as dores aqui e ali, as alergias, as indisposições, as dores de cabeça chatas e persistentes, tudo isto pode ser melhorado com a nossa alimentação.

Cada vez que metemos um alimento na boca, esse alimento vai interferir directamente no nosso aspecto, na nossa pele, na nossa energia, no nosso envelhecimento ou no prolongamento da nossa juventude, no nosso peso, no nosso bem-estar, até poderá interferir directamente com o stress ou a ansiedade que podemos sofrer no dia a dia.

Eu era uma pessoal extremamente ansiosa. Mas extremamente mesmo. Tinha até ataques de ansiedade onde pensava que ia morrer. Graças à minha mudança alimentar, tudo isso faz parte do passado e as mudanças são notórias logo ao fim de 2-3 dias.

Tudo o que sentimos, as doenças que sofremos, o nosso aspecto, o nosso peso, tudo isto está nas nossas mãos. Não são casualidades o que nos acontece. Nunca é. Somos responsáveis por tudo e poucos sabem disso, ou quando se apercebem por vezes já não vão a tempo de prevenir e já precisam é de remediar algo grave, como uma doença.

Vamos reflectir bem sobre isto. Vamos ter cuidado com que alimentos queremos nutrir o nosso templo mais sagrado, o nosso corpo e na forma como queremos prolongar a nossa jovialidade, o nosso bem-estar e a nossa vida!

 

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Vegetarianismo

por Ancaje, em 05.04.17

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Mais um dia de exercício físico cumprido! Estou orgulhosa :) O que é certo é que colocar apenas a meta de fazer algum exercício todos os dias, não é tão desmotivador como colocar uma meta de 1h por dia, nem que seja apenas 3x por semana. Assim, pouco a pouco, até faço bem mais exercício do que se treinasse 1h 3x porque a cada momento livre, aproveito para treinar mais um pouco e como acabo por não desistir, dá bem melhor resultado desta forma.

 

Relativamente ao título do post, como sabem, desde há quase 4 anos dei os primeiros passos no vegetarianismo. Ser vegetariana não é difícil, nada mesmo. No entanto, não é por se ser vegetariana que passamos logo a ser mais saudáveis, ter mais energia ou a ter peso certo sem problemas. De todo. Podemos muito bem ser vegetarianos e comer uma catrefada de coisas ruins para a nossa saúde e para o nosso peso. Podemos beber refrigerantes, comer batatas fritas, molhos calóricos, gorduras, alimentos processados e açucarados, etc...

 

Então qual a fórmula de sermos vegetarianos ou vegan e sermos saudáveis, termos imensa energia, mantermo-nos com uma aparência jovem e luminosa, termos peso certo sem dificuldade e estarmos sempre no nosso melhor?

A melhor maneira para alcançarmos tudo isto quando passamos para uma alimentação vegetariana ou vegan é comermos imensa fruta madura, imensos vegetais crus, alimentos integrais, frutos secos, algas, sementes, plantas aromáticas e superalimentos, mantendo uma alimentação o mais crua e simples possível e baixa em gorduras!

 

Recheiem a vossa cozinha de cor e alimentos vivos! Assim será muito fácil manter uma boa alimentação o tempo todo!

 

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Um dia de cada vez

por Ancaje, em 03.04.17

 

 

Hoje o dia correu super bem. Esteve um calor delicioso, fiz a minha saudação ao sol mal acordei, bebi a minha água milagrosa, fiz uns exercícios, tomei o pequeno-almoço e comecei a trabalhar.

Foi um dia muito produtivo quanto a trabalho e a energia estava a mil. Tudo graças à fruta que fui ingerindo à medida que sentia apetite!

Quem precisa de dar um abanão nuns quilitos extra e encher-se de energia de uma vez?

Vamos a um novo programa? Estão interessadas em que prepare um programa infalível para um corpo Fiu-fiuuuu? :)

 

Esta semana mostro-vos a diferença do meu corpo com as dicas que partilharei neste novo programa! não percam, fiquem por aqui!

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3 de Abril 2017

por Ancaje, em 02.04.17

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Nova etapa começa na minha vida!

Perdi 12kg nos últimos 12 meses. Estou como sempre quis. Agora começo a etapa activa na minha vida. O objectivo é treinar todos os dias, nem que seja fazer 100 saltos à corda ou 50 agachamentos. Mexer é a minha missão e tonificar e fortalecer o meu objectivo!

A par desta minha nova vertente activa a nivel físico, quero fazer a desintoxicações mais frequentes e continuar com a minha limpeza ao fígado e vesícula que faço de 3 em 3 meses. Devo fazer a minha 3ª limpeza na próxima semana.

 

Como sempre, vou contar-vos tudo sobre estas experiências e relatar-vos sempre os resultados. Fiquem por aí que este blog será regularmente actualizado com novidades!

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5 Razões para não comerem frango

por Ancaje, em 02.04.17

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1 – As galinhas são alimentadas com antibióticos. E tudo o que elas comem nós comemos ao comer frango o que nos torna cada vez mais resistentes aos nossos anti-bióticos quando os necessitamos.

 

2 – 90% das galinhas têm e-coli ao serem mortas para consumo, o que torna essa carne bastante perigosa para a nossa saúde já que nos poderá provocar infecções gastrointestinais sérias.

 

3 – Os produtores de carne alimentam as galinhas (e outros animais) com ingredientes calmantes presentes em medicamentos anti-depressivos bastante fortes.

 

4 – O consumo de carne seja branca ou vermelha, aumenta a acidez no nosso corpo e com isso aumentamos a probabilidade de desenvolvermos alguma doença. Começamos a sentir mal-estar com o consumo de carnes como dores de cabeça, enxaquecas, cansaço, constipações e gripes. Com o consumo continuado de alimentos de origem animal, temos uma tendência enorme de vir a sofrer doenças mais graves como cancro, hipertensão, leucemia...

 

5 - As galinhas são seres vivos e merecem serem respeitadas como tal.

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"Perco a conta das dezenas de e-mails e mensagens que recebo por dia com a  pergunta: “O que posso tomar para eliminar______?” Síndrome do cólon irritável, Doença de Crohn, sinusite, rinite, fibróides, miomas no útero, quistos nos ovários, problemas do sistema nervoso, diabetes Tipo 2, excesso de peso e obesidade, fibromialgia, artrite reumatóide, infecções urinárias, queda de cabelo e desequilíbrios hormonais, problemas dentários e de visão – a lista realmente não tem fim! Há cerca de meia dúzia de ideias centrais que são a base da Naturopatia e que eu tenho repetido de forma contínua ao longo dos últimos anos, mas apesar de tudo os e-mails cuja pergunta central é “o que tomo para eliminar a condição x?” continuam a chover. Isto significa que a mensagem ainda não foi bem transmitida. Por isso mesmo, hoje vou repetir a ideia mais importante que qualquer pessoa precisa de ter presente quando o assunto é regeneração e cura. A coisa que tenho estado a repetir anos a fio é infelizmente a mesma que as pessoas não querem ouvir e assimilar:

 

A PERGUNTA CERTA NÃO É O QUE PRECISAMOS DE TOMAR PARA ELIMINAR UMA DETERMINADA CONDIÇÃO, MAS SIM, O QUE PRECISAMOS DE DEIXAR DE FAZER PARA NOS LIVRAR DO PROBLEMA.

 

Precisa de ficar mesmo bem claro que perante a existência de uma das condições acima mencionadas (ou de qualquer outro problema de saúde), não existe nenhuma planta, nenhuma água mágica, nenhum comprimido natural, nenhum pó, nenhum superalimento ou poção miraculosa que por si só nos livrem do problema, se simultaneamente não deixarmos de fazer o que criou o problema em primeiro lugar! Não é por acaso que uma metáfora frequentemente usada em livros e manuais sobre veganismo e naturopatia é a seguinte: Vamos imaginar que temos uma casa que está a arder. Sim, com certeza que mandar uns baldes de água poderá ajudar a apagar o fogo! Mas nenhuma quantidade de água vai apagar o fogo de forma permanente se continuamos repetidamente a espalhar gasolina e a incendiar tudo! É precisamente o que as pessoas tentam fazer ao procurar soluções naturais e continuar a abrir excepções na alimentação! O pão, as massas, os queijos, leites e outros produtos animais, os bolos, o açúcar refinado, as gorduras cozinhadas, o álcool, o tabaco, o stress, o sedentarismo, a falta de descanso, etc. são essa gasolina que continua a manter tudo a arder! A não ser que se elimine de vez o comportamento nocivo, mais nada vai eliminá-lo – não interessa o quão inovador, caro e eficaz possa ser o produto em questão! Todas estas doenças são apenas sintomas, nada mais do que isso. Sintomas de um corpo obstruído e tóxico, que precisa de voltar a uma alimentação, eliminação, funcionamento e estado normal. Ninguém “apanha” diabetes, doenças cardiovasculares, cancros, obesidade ou problemas digestivos dos outros – são condições que nós próprios criamos devido a forma como vivemos, como comemos, como pensamos e sentimos. Estes problemas são o resultado daquilo que temos vindo a escolher continuamente para nos alimentar, para beber, para respirar, para colocar por cima da nossa pele, para pensar e para guardar no nosso coração. Se queremos um resultado diferente, temos que parar de comer e de fazer o que cria o problema e manter essa mudança de forma permanente. Não se trata de “comi tudo cru durante uma semana, mas no fim de semana vieram os meus pais e lá comi um bocadinho de tudo. Não faz mal, pois não?”. Esta inconsistência  Não se trata de comprar o que há de bom e de melhor nas lojas de produtos naturais, mas paralelamente continuar a consumir fritos, pão com queijo e peixe várias vezes por semana, esperando que os produtos façam algum milagre. O que vamos tomar é o último passo que precisamos de dar – só depois ou paralelamente com a mudança consistente na alimentação e estilo de vida! Ou seja, arriscando-me a tornar este diário extremamente repetitivo, volto a repetir que se não deixarmos de fazer de forma definitiva o que causa o problema, de nada vai adiantar o que vamos tomar e que alimentos específicos vamos incluir.

 

Que ordem seguir se queremos melhorar?

Primeiro, precisamos de parar de adicionar as coisas más no nosso organismo – este é o critério mais básico para poder começar a esperar que algum tipo de melhoria apareça. Se eliminamos apenas algumas coisas más, não é realista esperar quetodos os problemas desapareçam.

Depois de eliminar todos os alimentos e comportamentos que contribuem para o nosso problema, precisamos de dar uma boa limpeza a esse corpo – tal como faríamos com uma casa em plenas obras – desentupir os canos, retirar a ferrugem e o bolor, levar o lixo e só depois começar a pintar e a trazer as coisas novas lá para dentro. Certo? Por muito boa que seja a nova pintura e a mobília topo de gama, se pusermos isso numa casa suja, cheia de tralhas e em degradação, vamos continuar a ter uma casa suja, cheia de tralhas e em degradação, que simplesmente ficou ainda mais cheia do que antigamente!

 

Primeiro temos que saber o que nos faz mal. Depois temos que parar de fazer o que nos faz mal. A seguir limpamos toda a confusão e obstrução criadas. Só depois disso trazemos as coisas boas. E só no fim é que adicionamos os pormenores e extras, que tornam tudo mais bonito e aceleram os processos de regeneração e cura – como é o caso das plantas, de alguns superalimentos e produtos específicos. Eles são importantes e podem ajudar muito, mas nunca são o primeiro passo a dar. Enquanto estamos a avançar e a recuar repetidamente, nunca podemos esperar que os produtos extra nos resolvam os problemas. O ser humano adora “esticar a corda” e ver até quando consegue viver com os seus vícios – é um facto. A questão aqui é que podemos continuar a desvalorizar os problemas e a viver em negação. Estamos no nosso direito de fechar os olhos e continuar a enganar-nos. Podemos até conseguir enganar os outros, se nos empenharmos mesmo nisso. Mas uma coisa é certa: não conseguimos enganar a natureza. Enquanto estivermos a abrir excepções na alimentação numa altura em que já lidamos com problemas de saúde, dificilmente vamos livrar-nos de forma permanente desses problemas de saúde. Simplesmente não acontece. Portanto, enquanto continuamos a atirar gasolina para cima do incêndio, não vale mesmo a pena perguntar se apagamos o fogo com água de pH 7 ou 9.00 – não faz sentido nenhum. Primeiro garantir a base – os pormenores vêm a seguir.

 

“Mas eu já estou a comer relativamente bem há 2 meses” – dizem algumas pessoas, incrédulas. “Não seria de esperar estar a melhorar por esta altura?” Acontece que muita gente recusa a perceber que a grande maioria de problemas de saúde não são mais do que o resultado de anos de más decisões alimentares e de anos de comportamentos nocivos. Perante este cenário, até que ponto é realista esperar que os problemas desapareçam em 1-2 meses? Aqui espero que ninguém me interprete mal – o nosso corpo é deveras poderoso e por vezes faz autênticos milagres em tempo recorde! Eu própria eliminei a anemia crónica que já tinha há 3 anos e meio (bem como os problemas de défices de ferro de toda uma vida) em apenas 2 meses de alimentação 100% crua! Contudo, de nada adianta ficar impacientes, de cronómetro na mão – isso só cria pressão, ansiedade, stress e dificulta o processo. Basta fazer a nossa parte e esperar pacientemente.

 

Muita gente pergunta: “mas e quando os problemas aparecem ainda em bebés? Como é que isto se justifica?”. Tal como qualquer adulto, o bebé não é mais do que o somatório dos “materiais” que o construíram. Se temos uma mãe que passou a gravidez a consumir produtos animais, lacticínios, gorduras cozinhadas, alimentos refinados e processados, cafés e depois ainda por cima a criança foi introduzida a esses alimentos na primeira infância, de que é que estará feito o organismo dessa criança? Qual seria a diferença entre essa criança e outra, que foi literalmente feita à base de fruta, vegetais, frutos secos, sementes e alimentos integrais? O que aconteceria se além da determinante da alimentação acrescentarmos um sem fim de vacinas, que essa criança recebeu nos primeiros anos de vida? Ou o facto de continuar a consumir leite, derivados (ou apenas vestígios dos mesmos) no seu dia-a-dia? Porque é que ninguém leva em consideração factores como a qualidade da água, o sedentarismo, o tempo que se passa ao ar livre, entre outros? Quando juntamos tudo isso, de repente vemos que há muito mais do que uma razão que explica na perfeição os problemas que aparecem – em bebés ou mais tarde, ao longo da vida. As pessoas muitas vezes apresentam cenários completamente descontextualizados, que fazem parecer que as doenças caem do céu, literalmente do nada, quando a verdade é sempre bem diferente, e lá no fundo, todos sabemos isso – mesmo quando custa aceitar. Há sempre razão. Há sempre explicação. Mas para compreender e mudar a situação primeiro temos que aprender o que nos faz mal e retirar essas coisas da nossa vida. Depois temos que limpar toda a confusão que nós próprios criamos no passado. E só depois, incluir as coisas boas e começar a esperar que as mudanças positivas apareçam. A fruta e vegetais crus, as plantas medicinais e remédios naturais são extremamente eficazes, desde que tenhamos dado os primeiros dois passos com sucesso! "

 

Por: Zlati Dencheva, in Diário Vitaliza

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Um dos problemas de saúde de que sofria bastante e desde os meus 12 anos, vinha do sistema digestivo! Tinha diagnosticada uma gastrite crónica e já tinha passado até pela bastéria Helicobacter pylori!

Com uma alimentação saudável, natural e à base de fruta, tudo isso desapareceu! Até o que a medicina tradicional intitula por "crónico"!!!

 

Gastrite, colite e úlceras – O que são?

A gastrite é um problema agudo ou, mais frequentemente, crónico, que consiste numa inflamação da mucosa do estômago. Do ponto de vista estatístico, hoje em dia metade das pessoas que habitam este planeta sofre de gastrite.

 

A úlcera é uma ferida na mucosa do duodeno ou estômago, que se recusa a cicatrizar e periodicamente piora (muitas vezes apenas com stress, nervos e  estados emocionais negativos). Cerca de 10% da população sofre com esse mal ao longo da vida.

 

A colite e hemorróidas são alterações degenerativas e inflamatórias do cólon e ânus, que tendem para a cronicidade e periodicamente pioram ou melhoram. Praticamente cada segunda pessoa hoje em dia sofre de pelo menos um dos dois problemas, o que é no mínimo chocante.

 

Tudo isto para dizer que o tracto gastro-intestinal sofre com tanta frequência, que para muita gente o mal-estar como inchaço abdominal, gases, ardência, obstipação, etc. passam a ser vistos como algo normal. Isto só mostra que estamos de tal forma afastados da natureza, que já olhamos para a doença como um estado normal.

 

Como podemos ultrapassar tudo isto?  

Não faz sentido usar medicação para tratar sintomas como os acima mencionados, para um dia ter que lidar também com cancro – o estádio mais avançado de degeneração dos órgãos.

 

Tendo em conta a forma como vivemos hoje em dia, torna-se cada vez mais necessário e urgente implementar um sistema de alimentação natural, que deve passar a ser a alimentação do ser humano do século XXI. Ao fazer isso, normalmente conseguimos comprovar que, mudando a nossa alimentação, da gastrite, colite e úlceras não resta nada passadas umas 3 semanas. E quem diz estes três problemas, podia aplicar exactamente a mesma lógica a muitos outros, obtendo os mesmos resultados.

 

O nosso corpo muitas vezes dá todo o tipo de sinais (dos mais subtis aos mais óbvios) durante anos e por vezes até décadas. Sinais esses que muitas vezes as pessoas ignoram por completo ou suprimem com algum comprimido. Até quando, já preocupadas, vão ao médico para fazer análises, os exames muitas vezes voltam sem alterações significativas e o médico manda as pessoas para casa, deixando-as descansadas que tudo está bem com a sua saúde – mesmo que continuem a existir queixas, corpos quase esféricos, caras avermelhadas, palpitações, dorzinhas com origem desconhecida e sintomas soltos. E eis que apesar disso, as pessoas continuam a viver as mesmas vidas e a comer as mesmas coisas, até ao dia em que realmente apanham o maior susto das suas vidas.

 

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